Pacheco Pereira dá um belo exemplo de que o ódio aos que nos estão mais próximos é o mais extremo de todos. De facto, o seu ódio aos companheiros de partido - apenas por não seguirem a sua linha de pensamento ou não serem do seu gosto - é de tal forma intenso, que se aproxima da patologia. E tudo isto vindo de um homem supostamente inteligente, com grande cultura e formação académica acima do normal... Antes ter inimigos do que amigos destes!

Normalmente o odio e o amor sao para os que nos estao mais proximos.
ResponderEliminarNeste caso nao sei... acho que ele nao esta proximo de ninguem.