terça-feira, 16 de abril de 2013
Ainda o défice do Estado
Já falamos aqui das reduções de pessoal, serviços, autarquias e empresas públicas que são essenciais para o reequilíbrio das contas do Estado. Hoje vamos abordar as famosas PPPs. Bem sei que os contratos são blindados e que, além disso, deverão ser para cumprir e que o estado deveria ser pessoa de bem... Deveria, porque não o sendo, esta última premissa é ultrapassada por natureza. Quanto aos restantes condicionalismos, parece-me que o estado de emergência justificaria, também nesta problemática, uma actuação mais radical. Nestes termos, o que me parece que deveria ser feito seria negociar com os consórcios privados a retoma da propriedade das estradas, hospitais, etc., oferecendo-lhes como contrapartida a assumpção pelo Estado dos passivos - dentro de justos limites - em que tivessem incorrido para fazer as ditas obras, deduzidos dos valores que já receberam. Se não aceitassem, eu que até sou liberal, nacionalizava pura e simplesmente as concessões e pagava as respectivas indemnizações com títulos a 40 anos e com uma taxa de juro fixa de 1 por cento ao ano.
domingo, 14 de abril de 2013
Ainda os bancos e o crédito
A questão não é se os bancos têm dinheiro para emprestar para novos investimentos, já que os empresários deixarão de o ser rapidamente se deixarem de analisar racionalmente o enquadramento para novos investimentos. Ou seja, para essa disponibilidade não há procura. Mais importante será os bancos auxiliarem os seus clientes actuais, as empresas que ainda subsistem e são comprovadamente viáveis e não, como têm feito, serem mais um dos factores que as têm ajudado a afundar.
Os Bancos e a Economia
Parece que, finalmente, os nossos governantes descobriram a falta que faz o apoio da Banca às PME.
Sem o anunciado, em tempos, Banco de Fomento, este papel deverá ficar a cargo da CGD e de outros, que , beneficiando da ajuda do Estado, não se têm preocupado em ajudar os seus clientes.
Sempre tive a ideia de que os nossos Bancos não passam de Casas de Penhores. Mais, segundo parece , estas cumprem melhor a sua função.
Sem o anunciado, em tempos, Banco de Fomento, este papel deverá ficar a cargo da CGD e de outros, que , beneficiando da ajuda do Estado, não se têm preocupado em ajudar os seus clientes.
Sempre tive a ideia de que os nossos Bancos não passam de Casas de Penhores. Mais, segundo parece , estas cumprem melhor a sua função.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Ódio fraternal
Pacheco Pereira dá um belo exemplo de que o ódio aos que nos estão mais próximos é o mais extremo de todos. De facto, o seu ódio aos companheiros de partido - apenas por não seguirem a sua linha de pensamento ou não serem do seu gosto - é de tal forma intenso, que se aproxima da patologia. E tudo isto vindo de um homem supostamente inteligente, com grande cultura e formação académica acima do normal... Antes ter inimigos do que amigos destes!
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Há alternativas?
Será que há alternativas sérias e eficazes à austeridade? Porque afinal não nos podemos esquecer que estamos inteiramente dependentes da boa vontade dos credores. Também eu estou farto da recessão em espiral... Mas tirando a inabilidade comunicacional do Governo e os atrasos numa verdadeira redução do peso da função pública - que agravará a recessão - não vejo que mais fazer. Escolher uns projectos de interesse nacional que mobilizassem estado, bancos e empresas para mostrar o caminho e animar as gentes? Falar mais sobre a luz ao fundo do túnel e menos na crise? Porque afinal uma das causas da quebra enorme de consumo também tem a ver com a falta de ânimo e confiança no futuro...
A montanha pariu ... um coelho
Estávamos todos, nos últimos dias, com a esperança de mudanças na vida do nosso país e consequentemente nas nossas.
Que a decisão do Tribunal Constitucional fosse no sentido de acabar com o confisco nas reformas de quem trabalhou e descontou durante uma vida (e só desses) concordaria e sempre a defendi, pois consubstanciava um incumprimento contratual de Estado para com os cidadãos , a quem nunca foi dada a possibilidade de escolherem a sua previdência. Ainda assim, assumiram como constitucional a taxa de solidariedade, o que me parece um contra senso.
Já no caso dos subsídios da função publica, que representam o tal corte na despesa pública que se reclama por unanimidade, resolveram considerar inconstitucional.Não vai de encontro às necessidades do país mas resolve o problema dos próprios decisores que, também eles, são funcionários públicos.
Conhecida a decisão, houve uma onda de esperança, porque somos assim e achamos que o D. Sebastião virá sempre, para nos salvar e por isso não precisamos de fazer nada.
O Governo reuniu e nada.
O Primeiro Ministro foi a Belém, talvez chorar no ombro do Presidente... e nada.Diz-se que saiu com legitimidade para governar, mas isso já tinha antes, porque tem uma maioria parlamentar.Ficou só com um problema maior para resolver a nível das contas públicas.
Também me pergunto se haverá dinheiro para pagar os retroactivos.E se não houver?
Depois vem um discurso do Primeiro Ministro que, à hora marcada (o que é raro neste país) entrou de rompante e leu, sem teleponto ( como o fazia o seu antecessor) de uma forma atabalhoada, um texto que só nos deu uma certeza. Não vamos ter mais impostos.
Mas, aumentando as comparticipações na saúde e na educação,vamos ter mais Taxas ,o que torna o efeito final muito parecido pois , na prática, ficamos com menos dinheiro. A diferença é que só pagamos se utilizarmos.
Por exemplo: se não utilizar os hospitais não paga e até pode ser que morra mais depressa, o que , no caso dos pensionistas e dos desempregados pode, no limite, traduzir-se numa diminuição da despesa pública.
E agora?, perguntamos todos.
Eu já estou como o outro , prognósticos só no fim do 'jogo'.
Agora ficamos, como já estávamos, dependentes dos senhores de Bruxelas, do FMI e ,sobretudo , da boa vontade da Alemanha.
Também ficamos a saber que o maior Partido da oposição tem um líder que só fala no dia seguinte. Deve vir aí a nossa salvação. Depois de tanta reflexão só pode sair um discurso fantástico.
O resto será com o D. Sebastião, porque nós não sabemos como agir.
Mas não é tudo mau porque temos boas estradas. Caras mas boas.
Foi o prémio da perda da nossa independência e autosuficiência (na agricultura , nas pescas, nos cereais, no leite, etc.).
Venderam o nosso país e nem demos por isso. Somos uns trouxas.
Que a decisão do Tribunal Constitucional fosse no sentido de acabar com o confisco nas reformas de quem trabalhou e descontou durante uma vida (e só desses) concordaria e sempre a defendi, pois consubstanciava um incumprimento contratual de Estado para com os cidadãos , a quem nunca foi dada a possibilidade de escolherem a sua previdência. Ainda assim, assumiram como constitucional a taxa de solidariedade, o que me parece um contra senso.
Já no caso dos subsídios da função publica, que representam o tal corte na despesa pública que se reclama por unanimidade, resolveram considerar inconstitucional.Não vai de encontro às necessidades do país mas resolve o problema dos próprios decisores que, também eles, são funcionários públicos.
Conhecida a decisão, houve uma onda de esperança, porque somos assim e achamos que o D. Sebastião virá sempre, para nos salvar e por isso não precisamos de fazer nada.
O Governo reuniu e nada.
O Primeiro Ministro foi a Belém, talvez chorar no ombro do Presidente... e nada.Diz-se que saiu com legitimidade para governar, mas isso já tinha antes, porque tem uma maioria parlamentar.Ficou só com um problema maior para resolver a nível das contas públicas.
Também me pergunto se haverá dinheiro para pagar os retroactivos.E se não houver?
Depois vem um discurso do Primeiro Ministro que, à hora marcada (o que é raro neste país) entrou de rompante e leu, sem teleponto ( como o fazia o seu antecessor) de uma forma atabalhoada, um texto que só nos deu uma certeza. Não vamos ter mais impostos.
Mas, aumentando as comparticipações na saúde e na educação,vamos ter mais Taxas ,o que torna o efeito final muito parecido pois , na prática, ficamos com menos dinheiro. A diferença é que só pagamos se utilizarmos.
Por exemplo: se não utilizar os hospitais não paga e até pode ser que morra mais depressa, o que , no caso dos pensionistas e dos desempregados pode, no limite, traduzir-se numa diminuição da despesa pública.
E agora?, perguntamos todos.
Eu já estou como o outro , prognósticos só no fim do 'jogo'.
Agora ficamos, como já estávamos, dependentes dos senhores de Bruxelas, do FMI e ,sobretudo , da boa vontade da Alemanha.
Também ficamos a saber que o maior Partido da oposição tem um líder que só fala no dia seguinte. Deve vir aí a nossa salvação. Depois de tanta reflexão só pode sair um discurso fantástico.
O resto será com o D. Sebastião, porque nós não sabemos como agir.
Mas não é tudo mau porque temos boas estradas. Caras mas boas.
Foi o prémio da perda da nossa independência e autosuficiência (na agricultura , nas pescas, nos cereais, no leite, etc.).
Venderam o nosso país e nem demos por isso. Somos uns trouxas.
sábado, 6 de abril de 2013
Agora prefiro ler
No fundo sempre tive um bocadinho de inveja dos meus pais e dos meus avós, por terem vivido em épocas em que a história se fez de uma maneira tão intensa. Eu adoro história.
Hoje e ontem, garanto-vos, assistimos à história a fazer-se na primeira fila. A verdade é que boa ou má, é incrível a sensação que temos quando assistimos a tantas decisões tão importantes (ainda que postas nas mãos de indivíduos incapazes de as tomar).
Traz-me serenidade pensar que um dia, estas decisões que agora trazem medo e incerteza a todos, não vão passar de páginas em livros que os nossos filhos vão querer ler. Ainda que nessa altura os filhos sejam menos, porque não conseguimos criar a estabilidade económica devida ou desejada.
É estranha a maneira como a possibilidade de continuidade acalma o ser humano.
Lembro-me de ter inveja de não ter assistido ao 25 de Abril ou ter vivido no tempo dos reis... Infelizmente agora sei que ler é melhor que ver, traz menos inquietações.
Mariana
Passos vai a Belém
Os Juízes do Tribunal Constitucional prestaram um mau serviço ao país ou terão provocado, ainda que sem querer, uma oportunidade.
O nosso primeiro sempre disse que o desemprego é uma oportunidade.Será que vai experimentar?
Agora temos outro problema. Será que o nosso Presidente tem capacidade para gerir uma crise destas?
Será que o vai convidar para formar governo, de novo?
Não faz sentido.Bastava remodelar.
Será que Passos só lhe vai pedir as responsabilidades que sempre lhe imputou?Ele também pediu a inconstitucionalidade de algumas normas.
Poderá haver um Governo de iniciativa Presidencial?
E com quem? Vitor Bento, Rui Rio?
E o partido será capaz de resolver esta questão?
Continuará a coligação?
Há duas coisas que não quero:
-Eleições antecipadas. O to zé é muito pior e não está garantido que consiga formar Governo;
-Mais impostos.Isso não aguentamos.Vamos parar esta loucura.
Acho que a despesa pública se vai reduzir ,por natureza, se não vier mais dinheiro.
Mataram milhares de empresas, pararam a economia, criaram desemprego. Só se enganaram porque nós não correspondemos.Eles nunca se enganaram ,pelo menos nunca o admitiram.
Agora fogem?
Segunda feira estamos todos mais pobres.Essa é a única certeza que temos nese momento .
Juizes e função pública
Por mais que se diga que os juízes fazem parte de um orgão de soberania, a verdade é que para todos os efeitos são funcionários públicos pagos pelos nossos impostos. Assim sendo, ontem os juízes do Tribunal Constitucional julgaram em causa própria, sendo a este respeito sintomático que achassem de acordo com o princípio da igualdade o confisco aos reformados, mas já não achassem o mesmo relativamente a tudo o que tinha a ver com reduções no vencimento anual dos funcionários públicos.
É o país que temos e que somos! Mas as crises também são oportunidades. Talvez o Governo faça agora o que já deveria ter feito no início: despedir os funcionários públicos a mais, começando pelos juízes do tribunal constitucional. Se a interpretação da Constituição chegou a isto, então é nomear outros que considerem que o estado de necessidade e a impossibilidade absoluta de ter meios para aguentar esta situação, justificam a constitucionalidade do despedimento de funcionários públicos.
É o país que temos e que somos! Mas as crises também são oportunidades. Talvez o Governo faça agora o que já deveria ter feito no início: despedir os funcionários públicos a mais, começando pelos juízes do tribunal constitucional. Se a interpretação da Constituição chegou a isto, então é nomear outros que considerem que o estado de necessidade e a impossibilidade absoluta de ter meios para aguentar esta situação, justificam a constitucionalidade do despedimento de funcionários públicos.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
O TC tratou sobretudo dos funcionários públicos
Trataram dos seus subsídios .
A taxa de solidariedade fica, para os privados e os pensionistas.
Julgaram em causa própria e saem directamente beneficiados.
Será licito?
Não alterem a constituição e depois queixem- se!
Mais um escândalo. Os reformados e os privados que suportem isto tudo.
O que era suposto seria cortar na despesa do Estado?
Não será melhor menos Estado e melhor Estado?
A taxa de solidariedade fica, para os privados e os pensionistas.
Julgaram em causa própria e saem directamente beneficiados.
Será licito?
Não alterem a constituição e depois queixem- se!
Mais um escândalo. Os reformados e os privados que suportem isto tudo.
O que era suposto seria cortar na despesa do Estado?
Não será melhor menos Estado e melhor Estado?
O atraso dos Juízes do TC
Estamos todos aqui em frente da televisão, à espera das excelências.
Se não tinham a certeza da hora não a comunicavam.
São vedetas de Reality Show? Tantas cautelas com o fecho das Bolsas, porquê?
Alguém acha que vai mudar alguma coisa, para além do aumento do buraco nas contas públicas?
Mas isso já não é notícia.. Estamos acostumados.
Amanhã fica tudo na mesma. Mais austeridade não pode haver, mais impostos também não.
Fica mais divida e durante mais anos.
Jovens , vão procurar futuro enquanto por aqui o futuro não vai melhorar, já que o conforto de que, ainda desfrutam não vos sugere outra atitude.
Se não tinham a certeza da hora não a comunicavam.
São vedetas de Reality Show? Tantas cautelas com o fecho das Bolsas, porquê?
Alguém acha que vai mudar alguma coisa, para além do aumento do buraco nas contas públicas?
Mas isso já não é notícia.. Estamos acostumados.
Amanhã fica tudo na mesma. Mais austeridade não pode haver, mais impostos também não.
Fica mais divida e durante mais anos.
Jovens , vão procurar futuro enquanto por aqui o futuro não vai melhorar, já que o conforto de que, ainda desfrutam não vos sugere outra atitude.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
Relvas
É o tema do momento. Para além de todas as inabilidades e faltas do próprio, há algumas coisinhas que precisam de ser ditas. Quem tem a ousadia de enfrentar as duas classes mais corporativistas do país, jornalistas e autarcas, arrisca-se obviamente a ser completamente queimado. Só é pena é que não tenha tido a coragem ou a força para ter feito uma verdadeira reforma autárquica, onde se incluíssem as câmaras e o sistema eleitoral e ter, finalmente, privatizado a Rtp para acabar definitivamente com as vergonhosas mistificações e desperdício criminoso de dinheiros públicos.
Relvas, Socrates, visitas a Belém, Conselho de Ministros no fim de semana e até uma frente fria. Isto promete!
Do Sócrates não falo a não ser para presumir que a sua Licenciatura também deve ser investigada. O resto é resto.
O Dr. Vitor Bento foi a Belém.
Passos Coelho vai a seguir...
O Relvas já deve ter um lugar , melhor e mais seguro, quiçá melhor remunerado, à sua espera.
Os Ministros vão analisar as várias bombas que caem e estão para cair? Ou será melhor do que isso?
A Coreia do Norte está a brincar com o fogo. Será que a guerra começa assim? Eu sempre pensei que era na Alemanha.
E com isto tudo o São Pedro ainda nos castiga mais? Não vê que isto não está para brincadeiras?
Estamos em Abril e ainda não vimos a Luz ( nem mesmo a do Sol).
O Dr. Vitor Bento foi a Belém.
Passos Coelho vai a seguir...
O Relvas já deve ter um lugar , melhor e mais seguro, quiçá melhor remunerado, à sua espera.
Os Ministros vão analisar as várias bombas que caem e estão para cair? Ou será melhor do que isso?
A Coreia do Norte está a brincar com o fogo. Será que a guerra começa assim? Eu sempre pensei que era na Alemanha.
E com isto tudo o São Pedro ainda nos castiga mais? Não vê que isto não está para brincadeiras?
Estamos em Abril e ainda não vimos a Luz ( nem mesmo a do Sol).
terça-feira, 2 de abril de 2013
Moda é poupar
Moda pode ser um costume. Moda pode ser hoje sair à rua com sapatos que no ano passado acharíamos bastante improvável calçar. É mudar de ideias. Moda... Pode ser uma música. Pode até ser música clássica. Mas cuidado, moda não é hipocrisia.
É pegar numa recente tendência de consumo e fazer dela nossa. Se for roupa, é ajustá-la ao nosso corpo. Fazer com que uma saia de cintura subida não pareça exagerada num corpo com curvas.
Não é definitivamente ser consumista. É ser moderado. Poupar está sempre na moda.
Sim, há coisas que nunca vão passar de moda. O romance, a felicidade, o riso, a boa educação, os bons valores, o amor, as memórias, a saudade, a família, as viagens, a cultura. As coisas boas da vida nunca passam de moda!
A crise veio ensinar-nos que poupar é a moda. Talvez a crise também traga boas modas. A verdade é que a maioria deixou de viver acima das possibilidades. Embora de uma maneira um bocadinho complicada, todos estamos a aprender muito com a conjuntura económica actual.
Eu aprendi a precaver-me, aprendi a aprender com os erros dos outros. A minha geração tem a sorte de estar a crescer, a aprender com esta crise e as suas modas. É uma geração com potencial, mas vai ser preciso trabalhar muito.
O ser humano adapta-se a tudo. É verdade. Adapta-se a todas as modas. Eu acho até que já nos adaptámos a estas. Estamos mais poupados, mais cautelosos e fomos (ainda bem) obrigados a ser mais humildes.
A falta de Sol e a falta de respostas.
Depois de alguns dias de ausência deste espaço, hoje tenho só duvidas...
Será que alguém me pode ajudar a encontrar as respostas?
Será que alguém me pode ajudar a encontrar as respostas?
1- Porque é que o Ministro Shauble diz que os povos com mais dificuldades são invejosos? Será que acharia preferível que fossem revoltados? Será que não sabe História e tem andado desligado da Economia?
A mim parece-me que esses povos tiveram a generosidade de ajudar a Alemanha , há 60 anos , permitindo a sua reintegração , perdoando dívidas e nos últimos anos comprando grande parte da tecnologia , que reconhecemos que produzem , com mérito e competência.
Talvez, se pensar bem, o senhor chegaria à conclusão que, para a sua economia seria melhor continuar assim.
Será que acha que a Alemanha passa incólume a este empobrecimento europeu?
2- Porque é que o Ministro Gaspar anda tão triste e o que foi fazer aos Estados Unidos?
3- Porque é que o Ministro Crato não divulga o relatório sobre a Licenciatura do Ministro Relvas?
4- Num momento de emergência Nacional , porque é que o Tribunal Constitucional leva três meses a pronunciar-se sobre o Orçamento? Não podiam fazer umas horas extra?
5- E agora o mais importante! Quando volta o Sol, o calor, a Primavera? Será que também estava no memorando, talvez no do Sócrates?
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