terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Reforma Autárquica
Já ninguém tem memória da última reforma integrada feita relativamente à divisão territorial e funcional da administração local. Que seria necessário adaptá-la aos novos tempos, parece ser de senso comum. Mas foi preciso vir alguém de fora ( ATroika, que bem haja ) para a impôr. Porque por cá, como sempre, a politiquice, a cobardia e a mesquinhez se sobrepõem à sabedoria e ao conhecimento, ou seja aos superiores interesses da Nação. E assim, por obrigação e a contragosto - para nórdico ver - lá se fez uma pequena tentativa de reforma, obviamente contestada por muitos, como sempre acontece. Foi mais uma oportunidade perdida. Não faria mais sentido ter aproveitado para repensar também os municípios, sua funções e financiamento? E só depois e de forma integrada as freguesias, no âmbito da nova divisão municipal? Faz sentido continuarmos a ter municípios que apenas têm uns poucos milhares de eleitores? Ou municípios anacrónicos como o de Sintra?
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